O HOMEM E O TEMPO

A percepção que tenho é que estas fases tem marcos claros e importantes na fundamentação da educação financeira de uma pessoa e, por isso, pular alguma destas fases pode trazer distúrbios irrecuperáveis. No entanto, conheço pessoas que passaram por elas não necessariamente na ordem como estão desenhadas abaixo e isso trouxe os mesmos benefícios, porém com um caminho um tanto mais árduo. Este modelo é um primeiro rascunho que pretendemos evoluir para deixá-lo o mais próximo possível da realidade. Assim, esperamos as suas opiniões e sugestões para participar da evolução desta discussão!

Bem, tudo começa na…

Infância

A criança tem muito pouco contato com o dinheiro. Geralmente, após seis ou sete anos, só tem em mãos o dinheiro do lanche da escola, ou uma pequena mesada. Entende que o dinheiro serve pra comprar coisas, e só. Também não sabe como ou quanto o dinheiro chega à sua casa. Não tem necessidade de comprar absolutamente nada. Sente desejo por possuir brinquedos ou coisas que o chamem a atenção. Mas certamente não tem noção de valor ou preço destas coisas. Por isso, tudo aqui é decidido pelos seus pais.

Quando a criança já sente necessidade de comprar coisas para si, já está entrando na…
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Ratos, pessoas e trabalho

“Estou me sentindo um rato de laboratório”. Esta frase foi dita por um gestor de uma grande organização, durante uma entrevista, para referir-se às imposições que o ambiente e a gestão da empresa impunham à sua realização pessoal e profissional. Ele estava falando de recompensas, processos e carga de trabalho. Referia-se à presença de compensações imediatas, principalmente financeiras, para sua realização, e a uma regulamentação impositiva que castrava sua expressão criativa para realizar o trabalho de forma diferente. Falava ainda das jornadas excessivas e da dedicação pessoal quase que exclusiva a ele.O paralelo com os ratos de laboratório parecia-lhe inevitável. Os tais ratos só recebem alguma recompensa (comida ou água) depois de cumprirem alguma manobra esperada pelo pesquisador, e não podem interferir nem discutir a forma mais adequada de realizá-la. Sem possibilidades de escolha, nem de indicar o que lhe é mais motivacional no momento para “trabalhar”, o rato “aceita” a recompensa. Além do mais, dizia o executivo, o rato não sai do laboratório; trabalho é o seu lema.

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A Comunicação Imprescindível para o Sucesso

De um lado, o mercado de trabalho que exige e precisa de profissionais competentes, hábeis e comunicativos, quer seja em áreas administrativas, de liderança, de comércio e de técnicas em geral. De outro lado, as escolas que não desenvolvem nesses profissionais a habilidade fundamental para ao seu desempenho, que é a sua capacidade de comunicação verbal.Por isso, em processos seletivos ou um pouco mais adiante, em atribuições profissionais, as pessoas se deparam com dificuldades relacionadas a diferentes contextos de trabalho: vendas, negociação, participação de reuniões, atendimento a clientes e também quando têm a responsabilidade de conduzirem um departamento ou uma empresa - liderando pessoas. Assim devem estar preparados ou se prepararem para a Comunicação Verbal bem estruturada, o que tratamos aqui em cinco dimensões: emocional, vocal, corporal, técnica e espiritual.

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Administração ecológica: contestar padrões e voltar às origens

“Se o grão não morrer debaixo da terra
não virá a espiga alegrar a mesa.
Se o grão resistir ao vento e à chuva
não terá o vinho, o vigor da uva.”
(A. Trevisan e Flávio Irala)

Lembro-me de uma cena do filme “Mr. Holland - Adorável Professor”, quando o protagonista (Richard Dreyfuss) pede ao presidente do conselho escolar que modifique a decisão de eliminar a disciplina de música do currículo. Ao ouvir do ex-aluno e superior que todo o possível havia sido feito para manter a disciplina, o velho professor protestou: “eu quero que você tente o impossível”.
O impressionante dessa situação é que ela sintetiza uma estranha construção humana: a criação de paredes imaginárias, que temos imensa dificuldade de romper. São os paradigmas que tanto se fala. O que poucos percebem é que essas referências são criadas a partir de princípios supervalorizados pela sociedade.
Memória, conhecimento, aprendizagem, hábitos e crenças são algumas das exigências sociais para o sucesso. Ao mesmo tempo, são esses valores que limitam o desenvolvimento humano. Eles obstruem o aperfeiçoamento, bloqueiam mudanças e, com freqüência, impedem a felicidade e realização das pessoas. Poderíamos chamá-los de valores secundários, que esconde as características elementares do ser humano.
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Carta Aberta aos Estudantes de Administração

Por Leandro Vieira

Que tipo de administrador a sua instituição de ensino deseja que você se torne? Não se preocupe se não souber responder: a maior parte das faculdades brasileiras de Administração ainda não parou para pensar no assunto.

A coisa funciona mais ou menos da seguinte forma: cada instituição reúne um grupo bastante eclético de professores, cada qual com sua especialidade e com características bastante peculiares que o distingue dos demais. Dessa heterogeneidade e diversidade de pensamentos é que vem a riqueza de sua formação. Você aprende a extrair de cada mestre as melhores lições. O outro lado da moeda é que raramente existe algum consenso quanto ao perfil de administrador que a instituição deve formar, e aí quem sai perdendo é você.

Muitas instituições, ao contratarem seus docentes, apenas lhe entregam uma caderneta, um plano de ensino feito por outro professor, explicam os procedimentos burocráticos básicos (“você deve bater o ponto até cinco minutos antes de começar a aula, deve preencher o diário de classes com o conteúdo apresentado, deve colocar exatamente um pontinho no quadradinho referente ao dia, deve fazer três avaliações por semestre, blábláblá…”), e boa noite e boa sorte. Nenhum comentário sobre a missão da instituição, ou o que eles esperam do professor. A ausência de uma visão compartilhada acaba bagunçando todo o coreto. Os alunos ficam à mercê do perfil individual de cada professor. Às vezes, dão sorte de encontrar um professor pra frente, vocacionado, com aulas dinâmicas e ótimo conteúdo. Outras, dão o azar de topar com um profissional desmotivado, desatualizado e que não compreende a amplitude de seu papel como educador.

Falamos tanto em gestão do conhecimento, mas me responda uma coisa: o seu professor de Administração Financeira sabe o que você está vendo nas aulas de marketing?

Pois é… Parece que a comunicação não anda fluindo muito bem em boa parte dos cursos de Administração de nosso país. Ensina-se uma coisa, pratica-se outra. Mas podemos contornar esses problemas, e você pode exercer um papel importante nesse processo de mudança.

Talvez você não saiba o tipo de administrador que a sua instituição deseja que você se torne, mas VOCÊ, pelo menos, deve saber.

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Seja determinado, fale bem e seja um grande líder.

Determinação foi sempre uma das características mais importantes na vida dos grandes líderes. Se analisarmos a trajetória daqueles que influenciaram a história da humanidade vamos constatar que praticamente todos foram pessoas determinadas, que nunca esmoreceram diante dos desafios que tiveram de enfrentar.

Relembremos, por exemplo, a vida de Demóstenes. Logógrafo extraordinário. Demóstenes tinha tanta habilidade para escrever discursos que chegava a ser convidado pelas partes adversárias para produzir as peças de acusação e de defesa. E escrevia ambas com a mesma competência.

Só para dar uma idéia do tamanho dessa proeza, podemos compará-la ao jogo de xadrez, quando uma pessoa joga contra si mesma. Imagine você tendo de mover as pedras brancas e pretas, sabendo sempre como será o próximo lance do adversário.
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Código de Ética

Art. 1º O exercício da profissão de Administrador implica em compromisso moral com o indivíduo, cliente, a organização e com a sociedade, impondo deveres e responsabilidades indelegáveis.


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