A percepção que tenho é que estas fases tem marcos claros e importantes na fundamentação da educação financeira de uma pessoa e, por isso, pular alguma destas fases pode trazer distúrbios irrecuperáveis. No entanto, conheço pessoas que passaram por elas não necessariamente na ordem como estão desenhadas abaixo e isso trouxe os mesmos benefícios, porém com um caminho um tanto mais árduo. Este modelo é um primeiro rascunho que pretendemos evoluir para deixá-lo o mais próximo possível da realidade. Assim, esperamos as suas opiniões e sugestões para participar da evolução desta discussão!
Bem, tudo começa na…
Infância
A criança tem muito pouco contato com o dinheiro. Geralmente, após seis ou sete anos, só tem em mãos o dinheiro do lanche da escola, ou uma pequena mesada. Entende que o dinheiro serve pra comprar coisas, e só. Também não sabe como ou quanto o dinheiro chega à sua casa. Não tem necessidade de comprar absolutamente nada. Sente desejo por possuir brinquedos ou coisas que o chamem a atenção. Mas certamente não tem noção de valor ou preço destas coisas. Por isso, tudo aqui é decidido pelos seus pais.
Quando a criança já sente necessidade de comprar coisas para si, já está entrando na…
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