Essa é a proposta do consultor Rogério Martins. Após verificar diversos tipos de liderança, o psicólogo chega a conclusão que a melhor alternativa é que o gestor seja ele mesmo quando estiver exercendo a liderança. Ainda na opinião do consultor, o líder deve agir conforme os objetivo que deseja alcançar: se o subordinado é inexperiente, ele deve fazer o papel de um professor; se é treinado e experiente, apenas irá delegar tarefas e monitorar o desempenho. O importante é que ele se adapte à equipe e atinge os objetivos que a empresa espera (Fonte: Infomoney).
Concordo plenamente com a colocação do Rogério. Depois de tantos e tantos estudos sobre a liderança nos tempos modernos, quando foram formatadas dezenas de modelos de liderança, o tema acaba se perdendo e se distorcendo demais. Surgem modelos extremamente futuristas e ao mesmo tempo é feito o resgate de tipos retrógrados para os dias de hoje. Então, os que não têm a mínima aptidão para liderar passam a recorrer a eles, tornando-se adeptos desse ou daquele estilo. Dessa forma, quando se deparam com um ambiente que exige deles a mudança de um jeito de liderar para outro, acabam encontrando dificuldade.
O líder perfeito, reforçando a colocação do consultor, é aquele que consegue agregar valor tanto a equipe tanto a empresa. É o que faz as pessoas darem o melhor de si e ao mesmo tempo realiza os objetivos da organização. É aquele que faz as coisas acontecerem.
Se a pessoa assume a liderança de um determinado local de trabalho, consegue fazer desempenhar suas atividades e sai deixando mais boas lembranças que recordações ruins, pois ninguém é perfeito, então ela foi a gestora perfeita.
Por: Gabriel Galvão












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