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Essa eu não sabia… (O Rei do Trash Management)

marins

Igual a ele não tem ninguém no Brasil. Este é o Professor Marins, que tem um quadro no Programa do bisonho João Doria Júnior.

Pode ser considerado o Lair Ribeiro dos negócios. A capa de seu livro diz tudo, mas coisa pior pode se dizer daquele que se diz PhD, mas que nunca ninguém soube da sua tese.

Ele se diz com esse currículo:

Professor Marins é doutor (Ph.D.) em Antropologia (Austrália); Pós-Doutorado em Macro-Economia (London School of Economics - Sydney/Londres); Licenciado em História, Bacharel em Direito e Técnico em Contabilidade; Estudou Ciência Política e Relações Internacionais (Universidade de Brasília) e Negociação (New York University); Consultor de várias Empresas Nacionais e Internacionais. É um dos mais renomados palestrantes do Brasil e do exterior nas áreas de Motivação Empresarial e Futuro das Empresas.

Veja o que saiu no blog A Companhia, sobre o famoso Professor, que também saiu na Revista Exame.

O currículo do sr. Marins, disponível na internet, de fato impressiona.
Pudesse ser comprovado, certamente o capacitaria para a Secretaria Geral da ONU. O personagem é mestre, doutor, pós-doutor, presidente de empresas no exterior, reitor de universidade, conselheiro de grandes corporações, estrela de tevê, autor de livros e muitas outras coisas mais. Apenas um detalhe: nem tudo é verdade.

Na vida real, como apurou diligentemente o amigo David Cohen para a
revista Exame, o sr. Marins é uma versão caipira do talentoso Mr. Ripley. Assim foi que um curso de especialização de um ano, com algumas reprovações, transformou-o num Ph.D. em Antropologia, um curso de extensão de 48 horas virou pós-doutorado, e assim por diante
.

Criatividade que compensa.

Em julho, saiu das fábricas da Randon Implementos o primeiro semi-reboque com a tecnologia ecoplate (painel ecológico, em português) produzido na América Latina. A maior parte das carretas no mercado é fabricada exclusivamente com madeiras nativas – já o modelo com “painel ecológico” utiliza material vindo de áreas reflorestadas, além de chapas de aço e PVC. O resultado é mais resistente e leve que o tradicional e, de quebra, ajuda a preservar o meio ambiente, pois consome um volume de madeira 40% menor. A invenção é resultado de cinco anos de intenso trabalho de engenheiros e pesquisadores nos laboratórios da Randon. Para elaborá-la, foram gastos mais de US$ 2 milhões. “O painel ecológico deve nos trazer uma importante vantagem competitiva”, acredita Celso Santa Catarina, diretor industrial da Randon Implementos. Além da tecnologia ecoplate, os novos semi-reboques da Randon contam com outras inovações, como a pintura e-coat, resistente à corrosão, e um sistema diferenciado de vedação na carga, que reduz a perda de grãos ao longo das viagens. Tudo isso desenvolvido nas próprias instalações da companhia, na Serra Gaúcha.

São iniciativas como essas que garantem ao Grupo Randon o 1º lugar no ranking Campeãs da Inovação – desenvolvido por AMANHÃ em conjunto com a Edusys, consultoria de São Paulo que representa, no Brasil, os métodos de Edward de Bono, referência mundial em criatividade e inovação. Na primeira versão do ranking, realizada em 2004, o único critério avaliado foi o número de patentes depositadas pelas companhias junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Em sua segunda edição, o levantamento foi mais longe. Avaliou, entre outros aspectos, as medidas tomadas no âmbito de cada empresa para estimular o surgimento de novas idéias entre seus funcionários – e os processos adotados para transformar a inventividade em lucros. Para isso, as empresas do Sul foram sabatinadas em seis “dimensões” da inovação. “Com isso, examinamos cada etapa do processo de inovação dentro das empresas”, explica Mauro Anderlini, diretor da Edusys.

O que garantiu o 1º lugar à Randon foi o bom desempenho em todas essas etapas. “Não há parte da avaliação na qual a Randon não figure entre as dez melhores empresas”, verifica Anderlini. Além disso, o grupo de implementos rodoviários de Caxias do Sul (RS) foi o primeiro colocado na 6ª dimensão (Resultados da Inovação na Organização) – exatamente a que tem o maior peso no resultado final. Isso prova que, nas oito empresas que administra, o grupo persegue o ineditismo com tanto apetite quanto ambiciona a lucratividade. “No mercado, não há mais espaço para copiadores”, costuma dizer aos seus executivos Erino Tonon, diretor corporativo e de operações da Randon.

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“Inventaram” o Nordeste?

Sim. E existe uma data para isso. Idos de 1910. E, mais: não foi deus algum, foi o Homem do saber e da mímesis.

Essa é a idéia central da tese de doutoramento do Professor de História da UFRN Durval Muniz de Albuquerque Júnior, que também está ministrando uma disciplina no Programa de Pós-graduação em História da UFPE. A tese foi apresentada em 1994, na UNICAMP, e circula nas livrarias com edição da Cortez Editora: São Paulo e Editora Massangana: Recife, sob o título de “A invenção do Nordeste e outras artes”.

A obra (merece ser nomeada de Obra) surpreende não apenas pelo título ousado, mas pela sua consistência, estilo e cientificidade. Vem para tirar o sono de muita gente acomodada sob velhos conceitos e signos.

Em seu trabalho, o autor mostra como, até meados da década de 1910, o Nordeste ainda não existia. Não se pensava em “Nordeste”, nem muitos menos eram percebidos os “nordestinos”.

Os Sertões: extra�do do site www.uel.br
Antônio Conselheiro: o Redentor dos Sertões

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Administrar o Tempo é Planejar a Vida

Geralmente quem escreve sobre administração do tempo não o faz porque seja especialista na questão, mas, sim, porque quer aprender mais sobre o assunto. Pelo menos foi esse o meu caso. Vou relatar aqui algumas de minhas descobertas, como roteiro para a leitura do quarto texto.

1) Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Provavelmente (numa sociedade complexa como a nossa), NUNCA vamos ter tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos fazer. Saber administrar o tempo é ter clareza cristalina sobre o que, para nós, é mais prioritário, dentre as várias coisas que precisamos e desejamos fazer - e tomar providências para que essas coisas mais prioritárias sejam feitas, sabendo que as outras provavelmente nunca vão ser feitas (mas tudo bem: elas não são prioritárias).

2) Dentre as coisas que vamos listar como prioritárias, algumas estarão ali porque nos são importantes, outras porque são urgentes. Imagino que algo que não é NEM importante NEM urgente não estará na lista de ninguém. E também sei que na lista de todo mundo haverá coisas que são IMPORTANTES E URGENTES. Não resta a menor dúvida de que estas coisas devem ser feitas imediatamente, ou, pelo menos, na primeira oportunidade. Poucas pessoas questionarão isso. O problema surge com coisas que consideramos importantes, mas não urgentes, e com coisas que são urgentes, mas às quais não damos muita importância.

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Art. 1º O exercício da profissão de Administrador implica em compromisso moral com o indivíduo, cliente, a organização e com a sociedade, impondo deveres e responsabilidades indelegáveis.


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