“Conquistamos a incrível marca de 130% em relação à capacidade nominal das máquinas. A produtividade da Colway inglesa é de 93%. O fabricante das máquinas, importadas da Itália, não acreditou e veio conferir pessoalmente a maior produtividade mundial no ramo”.
(Francisco Simeão, presidente da empresa BS Colway Pneus)
Ouvimos durante muito tempo se falar sobre o termo Absenteísmo, ausência temporária no trabalho por motivo de doença, gerando baixa produtividade nas empresas. No entanto o que mais tem preocupado os gestores de pessoas hoje é a síndrome do presenteísmo. Presenteísmo significa, estar fisicamente presente no ambiente de trabalho, porém, mental e emocionalmente ausente. Ou seja, você está ali, mas não consegue produzir como deveria.
Estas vítimas não faltam ao trabalho, mas apresentam sintomas como dores de cabeça, dores nas costas, irritação, alergias, dores musculares, cansaço, ansiedade, angústia, irritação, depressão, insônia, estresse, distúrbios gástricos, etc.. Com isto, há queda da produtividade e prejuízos para a empresa.
“Estatísticas revelam que 40% dos afastamentos nas empresas são motivados por pequenas doenças e mal-estar, como gripes, dores nas costas, entorses, que podem ser evitados por um bom condicionamento físico”
(Francisco Simeão, presidente da BS Colway Pneus).
Um estudo realizado pelo Institute for Health and Productivity Studies, dos Estados Unidos, mostrou que as empresas brasileiras chegam a perder 42 bilhões de reais/ano, o equivalente a 3% do Produto Interno Bruto, devido à presença de funcionários doentes apresentando falta de rendimento nas suas atividades.
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