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Ratos, pessoas e trabalho

“Estou me sentindo um rato de laboratório”. Esta frase foi dita por um gestor de uma grande organização, durante uma entrevista, para referir-se às imposições que o ambiente e a gestão da empresa impunham à sua realização pessoal e profissional. Ele estava falando de recompensas, processos e carga de trabalho. Referia-se à presença de compensações imediatas, principalmente financeiras, para sua realização, e a uma regulamentação impositiva que castrava sua expressão criativa para realizar o trabalho de forma diferente. Falava ainda das jornadas excessivas e da dedicação pessoal quase que exclusiva a ele.O paralelo com os ratos de laboratório parecia-lhe inevitável. Os tais ratos só recebem alguma recompensa (comida ou água) depois de cumprirem alguma manobra esperada pelo pesquisador, e não podem interferir nem discutir a forma mais adequada de realizá-la. Sem possibilidades de escolha, nem de indicar o que lhe é mais motivacional no momento para “trabalhar”, o rato “aceita” a recompensa. Além do mais, dizia o executivo, o rato não sai do laboratório; trabalho é o seu lema.

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A Comunicação Imprescindível para o Sucesso

De um lado, o mercado de trabalho que exige e precisa de profissionais competentes, hábeis e comunicativos, quer seja em áreas administrativas, de liderança, de comércio e de técnicas em geral. De outro lado, as escolas que não desenvolvem nesses profissionais a habilidade fundamental para ao seu desempenho, que é a sua capacidade de comunicação verbal.Por isso, em processos seletivos ou um pouco mais adiante, em atribuições profissionais, as pessoas se deparam com dificuldades relacionadas a diferentes contextos de trabalho: vendas, negociação, participação de reuniões, atendimento a clientes e também quando têm a responsabilidade de conduzirem um departamento ou uma empresa - liderando pessoas. Assim devem estar preparados ou se prepararem para a Comunicação Verbal bem estruturada, o que tratamos aqui em cinco dimensões: emocional, vocal, corporal, técnica e espiritual.

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Administração ecológica: contestar padrões e voltar às origens

“Se o grão não morrer debaixo da terra
não virá a espiga alegrar a mesa.
Se o grão resistir ao vento e à chuva
não terá o vinho, o vigor da uva.”
(A. Trevisan e Flávio Irala)

Lembro-me de uma cena do filme “Mr. Holland - Adorável Professor”, quando o protagonista (Richard Dreyfuss) pede ao presidente do conselho escolar que modifique a decisão de eliminar a disciplina de música do currículo. Ao ouvir do ex-aluno e superior que todo o possível havia sido feito para manter a disciplina, o velho professor protestou: “eu quero que você tente o impossível”.
O impressionante dessa situação é que ela sintetiza uma estranha construção humana: a criação de paredes imaginárias, que temos imensa dificuldade de romper. São os paradigmas que tanto se fala. O que poucos percebem é que essas referências são criadas a partir de princípios supervalorizados pela sociedade.
Memória, conhecimento, aprendizagem, hábitos e crenças são algumas das exigências sociais para o sucesso. Ao mesmo tempo, são esses valores que limitam o desenvolvimento humano. Eles obstruem o aperfeiçoamento, bloqueiam mudanças e, com freqüência, impedem a felicidade e realização das pessoas. Poderíamos chamá-los de valores secundários, que esconde as características elementares do ser humano.
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Carta Aberta aos Estudantes de Administração

Por Leandro Vieira

Que tipo de administrador a sua instituição de ensino deseja que você se torne? Não se preocupe se não souber responder: a maior parte das faculdades brasileiras de Administração ainda não parou para pensar no assunto.

A coisa funciona mais ou menos da seguinte forma: cada instituição reúne um grupo bastante eclético de professores, cada qual com sua especialidade e com características bastante peculiares que o distingue dos demais. Dessa heterogeneidade e diversidade de pensamentos é que vem a riqueza de sua formação. Você aprende a extrair de cada mestre as melhores lições. O outro lado da moeda é que raramente existe algum consenso quanto ao perfil de administrador que a instituição deve formar, e aí quem sai perdendo é você.

Muitas instituições, ao contratarem seus docentes, apenas lhe entregam uma caderneta, um plano de ensino feito por outro professor, explicam os procedimentos burocráticos básicos (“você deve bater o ponto até cinco minutos antes de começar a aula, deve preencher o diário de classes com o conteúdo apresentado, deve colocar exatamente um pontinho no quadradinho referente ao dia, deve fazer três avaliações por semestre, blábláblá…”), e boa noite e boa sorte. Nenhum comentário sobre a missão da instituição, ou o que eles esperam do professor. A ausência de uma visão compartilhada acaba bagunçando todo o coreto. Os alunos ficam à mercê do perfil individual de cada professor. Às vezes, dão sorte de encontrar um professor pra frente, vocacionado, com aulas dinâmicas e ótimo conteúdo. Outras, dão o azar de topar com um profissional desmotivado, desatualizado e que não compreende a amplitude de seu papel como educador.

Falamos tanto em gestão do conhecimento, mas me responda uma coisa: o seu professor de Administração Financeira sabe o que você está vendo nas aulas de marketing?

Pois é… Parece que a comunicação não anda fluindo muito bem em boa parte dos cursos de Administração de nosso país. Ensina-se uma coisa, pratica-se outra. Mas podemos contornar esses problemas, e você pode exercer um papel importante nesse processo de mudança.

Talvez você não saiba o tipo de administrador que a sua instituição deseja que você se torne, mas VOCÊ, pelo menos, deve saber.

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Seja determinado, fale bem e seja um grande líder.

Determinação foi sempre uma das características mais importantes na vida dos grandes líderes. Se analisarmos a trajetória daqueles que influenciaram a história da humanidade vamos constatar que praticamente todos foram pessoas determinadas, que nunca esmoreceram diante dos desafios que tiveram de enfrentar.

Relembremos, por exemplo, a vida de Demóstenes. Logógrafo extraordinário. Demóstenes tinha tanta habilidade para escrever discursos que chegava a ser convidado pelas partes adversárias para produzir as peças de acusação e de defesa. E escrevia ambas com a mesma competência.

Só para dar uma idéia do tamanho dessa proeza, podemos compará-la ao jogo de xadrez, quando uma pessoa joga contra si mesma. Imagine você tendo de mover as pedras brancas e pretas, sabendo sempre como será o próximo lance do adversário.
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O Marketing mudou. E você?

Por Bruno Mello
bruno@mundodomarketing.com.br

Nelson Rodrigues sempre é citado para dizer que a unanimidade é burra, mas talvez possa haver uma exceção para o Marketing. Afinal, a cada dia que passa engrossa a lista de profissionais e empresas que são unânimes em olhar o mercado de outra forma, pois o mundo está em constante transformação, o consumidor mudou e as estratégias de Marketing também.

O que nos faz lembrar Nelson Rodrigues é que ainda há quem não tenha esta visão e erre justamente por não se enquadrar neste novo cenário. “Estamos vivendo uma quebra de paradigma”, afirma Alberto Cerqueira Lima, Presidente da Copernicus Marketing Consulting no Brasil, consultoria em estratégia das mais requisitadas pelas maiores empresas do país, como Oi e Ambev.

“O mundo é outro”, concorda Flavio Salles (foto), sócio-diretor da Sun-MRM. “O meio digital virou o Marketing de cabeça para baixo. O ambiente tecnológico inovou a forma como as pessoas se relacionam com as marcas”, comenta. “Todas as melhores práticas tiveram que ser revistas. Todo mundo está tendo que reinventar a roda com o carro andando”, aponta em entrevista ao Mundo do Marketing.

Confusão teórica
Cerqueira também acredita que muitos conceitos já caíram por terra. Para o especialista, o momento atual é diferente de uma revolução, como aconteceu com a criação do carro. “Quando se tem uma revolução é mais fácil perceber”, explica. “O que está havendo agora é uma mudança profunda de tudo e isso faz com que os profissionais de Marketing não consigam apreender (as mudanças)”, ressalta.

Para o Presidente da Copernicus, o erro está nas palavras. Quando se fala em um evento promocional ou material de merchandising as pessoas sabem o que é. “Mas a realidade do nome propaganda, por exemplo, não existe mais. Por isso, as coisas precisariam ser renomeadas. Com este pensamento, as agências não deveriam mais usar o nome plano de mídia e sim, plano de contato. Essa mudança é para que as pessoas pensem diferente, pois os mesmos nomes são uma arapuca”, garante.

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Marketing Pessoal: O Caminho do Sucesso

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Para desenvolver um programa de Marketing Pessoal é fundamental que os profissionais trabalhem melhor o auto conhecimento, procurando ampliar a área do eu público e diminuir as áreas do eu cego, do eu fechado e do eu desconhecido.
O desequilíbrio entre estas áreas certamente irá prejudicar sua carreira profissional, como também sua vida e relacionamentos pessoais. Como orientação básica veja a seguir um conjunto de sete dicas para melhorar seu marketing pessoal, baseado no estudo da Janela de Johari :
- Faça um levantamento de todas as características positivas e negativas sobre sua pessoa;
- Seja transparente, torne público o maior número de características sobre sua pessoa no seu ambiente de trabalho e pessoal, tomando o cuidado de não prejudicar sua imagem expondo informações desnecessárias e inadequadas ao contexto;

- Mantenha um grupo restrito de pessoas no trabalho e na vida pessoal em que possa compartilhar um número maior de informações recíprocas, isto gera confiança mútua e possibilita uma maior abertura pessoal;

- Procure dar abertura às pessoas para falar de você mesmo, peça feedback, procure deixar as pessoas à vontade e com liberdade para falar sobre você, assim, diminuirá a sua área cega, pelo menos saberá mais o que os outros acham de você e poderá se beneficiar dessa informações, corrigindo erros;

- Pergunte mais às pessoas sobre si mesmo, e preste bastante atenção nas respostas;

- Desenvolva alguma forma de auto conhecimento, leia mais sobre o assunto, descubra-se mais, conheça-se mais;

- Defina todas as áreas que precise mudar, e crie disposição e vontade para fazer a mudança.

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Código de Ética

Art. 1º O exercício da profissão de Administrador implica em compromisso moral com o indivíduo, cliente, a organização e com a sociedade, impondo deveres e responsabilidades indelegáveis.


Responsabilidade SócioAmbiental

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