Textos categorizados 'Administração'

Empreendedorismo?!

Princípios básicos do Empreendedorismo

Começaremos nosso tutorial definindo e procurando saber o que realmente é este tema que encanta e atrai várias pessoas e têm deixado milhões mais ricos todos os anos.

Um melhor conceito e o que se encaixa ao mercado, pode definir Empreendedorismo como: Movimento que introduz novos produtos e serviços, criando novas formas de organização ou explorando novos recursos e materiais.

Todas as pessoas que abrem seu próprio negócio geram a possibilidade de se realizar pessoalmente, colocando suas concepções em prática, obtendo uma independência no que diz respeito ao trabalho, efetivamente e certamente seguindo orientações adequadas e projetando expansões por etapas, alcançarão crescimento e êxito financeiros, se tornando economicamente independentes, podendo assim desfrutar de um melhor estilo de vida.

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A Hora de Negociar Dívidas.

Hoje, vamos falar de como você administra as dívidas da sua empresa. Mais adiante, falaremos de como negociar essa dívida e,futuramente, de como sair dessa dívida. Este assunto é muito extenso, vamos falar dele mais vezes.
Vamos começar falando das empresas que estão endividadas, porém estão funcionando, mais adiante, vamos falar das empresas que quebraram mesmo, e como estão cheias de dívidas, o que devem fazer? Tudo que vamos falar daqui para frente, nesses próximos dias,será sobre empresas em funcionamento, porém que estão endividadas. Qual é o primeiro conselho ? Não se desespere, calma, não entre em depressão, porque aí você vai começar a sofrer. Você deprimido, desesperado, decide mal, não decide bem. Não tome decisão se você não estiver absolutamente tranqüilo para tal. Se você está neste caso, tamanha é a sua depressão, procure um médico psiquiatra pois ele vai lhe dar uma medicação adequada para que você equilibre suas emoções, para poder negociar. Não tente tomar decisões sozinho. Procure alguém para lhe ajudar nas decisões.
Segundo, você está endividado por que? É problema com sua empresa ou porque você comprou um carro zero quilometro e a dívida pessoal sua terminou atingindo a empresa? Você está tirando dinheiro da empresa para pagar suas dívidas pessoais? Esse assunto você deve examinar logo e identificar a origem da dívida. Separe as dívidas pessoais das dívidas da empresa. Esse hábito está atingindo muita gente.
Pegam o dinheiro da empresa compram um apartamento melhor,ou casa de praia, ou de campo e termina a empresa sofrendo. Coitada, ela não tinha nada com isso, está endividada simplesmente por uma questão de vaidade do empresário.
Agora, você vai separar receita versos despesa de sua empresa
Se você tem um sistema que faz isso, vamos colocar a receita de um lado e as despesas do outro para ver o que levou você a isso, o que esta levando você a ter esse “rombo” nas suas finanças. Depois que você separar as dívidas pessoais, das dívidas de empresa, vamos ver quais são as principais dívidas. Temos que separar quais são as mais urgentes. É com fornecedores, é com bancos, é com funcionários, é com energia, telefone, aluguéis? O passo seguinte é separar as dívidas urgentes das importantes, parece a mesma coisa, mas não é. Há dívidas que vão urgentes, ou você paga ou então vai ter título protestado ou vai para Serasa,etc. Lembro que    importantes todas elas são, mas você não vai poder pagar todas de uma só vez , você vai ter que separar ,para poder decidir com a razão e não com a emoção.
Não vá negociar dívida que você não pode pagar ou passar cheque, se você não tem a previsão correta de que vai ter receita para pagar. O tal do “cheque sem fundo” existe justamente por isso, porque fica na ansiedade de pagar pressionado pelo credor. Aí você dá o cheque como se tivesse se livrado do credor. Se você não previu coretamente, sua conta bancaria vai estourar e lá vai você parar na Serasa .

Essa eu não sabia… (O Rei do Trash Management)

marins

Igual a ele não tem ninguém no Brasil. Este é o Professor Marins, que tem um quadro no Programa do bisonho João Doria Júnior.

Pode ser considerado o Lair Ribeiro dos negócios. A capa de seu livro diz tudo, mas coisa pior pode se dizer daquele que se diz PhD, mas que nunca ninguém soube da sua tese.

Ele se diz com esse currículo:

Professor Marins é doutor (Ph.D.) em Antropologia (Austrália); Pós-Doutorado em Macro-Economia (London School of Economics - Sydney/Londres); Licenciado em História, Bacharel em Direito e Técnico em Contabilidade; Estudou Ciência Política e Relações Internacionais (Universidade de Brasília) e Negociação (New York University); Consultor de várias Empresas Nacionais e Internacionais. É um dos mais renomados palestrantes do Brasil e do exterior nas áreas de Motivação Empresarial e Futuro das Empresas.

Veja o que saiu no blog A Companhia, sobre o famoso Professor, que também saiu na Revista Exame.

O currículo do sr. Marins, disponível na internet, de fato impressiona.
Pudesse ser comprovado, certamente o capacitaria para a Secretaria Geral da ONU. O personagem é mestre, doutor, pós-doutor, presidente de empresas no exterior, reitor de universidade, conselheiro de grandes corporações, estrela de tevê, autor de livros e muitas outras coisas mais. Apenas um detalhe: nem tudo é verdade.

Na vida real, como apurou diligentemente o amigo David Cohen para a
revista Exame, o sr. Marins é uma versão caipira do talentoso Mr. Ripley. Assim foi que um curso de especialização de um ano, com algumas reprovações, transformou-o num Ph.D. em Antropologia, um curso de extensão de 48 horas virou pós-doutorado, e assim por diante
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Criatividade que compensa.

Em julho, saiu das fábricas da Randon Implementos o primeiro semi-reboque com a tecnologia ecoplate (painel ecológico, em português) produzido na América Latina. A maior parte das carretas no mercado é fabricada exclusivamente com madeiras nativas – já o modelo com “painel ecológico” utiliza material vindo de áreas reflorestadas, além de chapas de aço e PVC. O resultado é mais resistente e leve que o tradicional e, de quebra, ajuda a preservar o meio ambiente, pois consome um volume de madeira 40% menor. A invenção é resultado de cinco anos de intenso trabalho de engenheiros e pesquisadores nos laboratórios da Randon. Para elaborá-la, foram gastos mais de US$ 2 milhões. “O painel ecológico deve nos trazer uma importante vantagem competitiva”, acredita Celso Santa Catarina, diretor industrial da Randon Implementos. Além da tecnologia ecoplate, os novos semi-reboques da Randon contam com outras inovações, como a pintura e-coat, resistente à corrosão, e um sistema diferenciado de vedação na carga, que reduz a perda de grãos ao longo das viagens. Tudo isso desenvolvido nas próprias instalações da companhia, na Serra Gaúcha.

São iniciativas como essas que garantem ao Grupo Randon o 1º lugar no ranking Campeãs da Inovação – desenvolvido por AMANHÃ em conjunto com a Edusys, consultoria de São Paulo que representa, no Brasil, os métodos de Edward de Bono, referência mundial em criatividade e inovação. Na primeira versão do ranking, realizada em 2004, o único critério avaliado foi o número de patentes depositadas pelas companhias junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Em sua segunda edição, o levantamento foi mais longe. Avaliou, entre outros aspectos, as medidas tomadas no âmbito de cada empresa para estimular o surgimento de novas idéias entre seus funcionários – e os processos adotados para transformar a inventividade em lucros. Para isso, as empresas do Sul foram sabatinadas em seis “dimensões” da inovação. “Com isso, examinamos cada etapa do processo de inovação dentro das empresas”, explica Mauro Anderlini, diretor da Edusys.

O que garantiu o 1º lugar à Randon foi o bom desempenho em todas essas etapas. “Não há parte da avaliação na qual a Randon não figure entre as dez melhores empresas”, verifica Anderlini. Além disso, o grupo de implementos rodoviários de Caxias do Sul (RS) foi o primeiro colocado na 6ª dimensão (Resultados da Inovação na Organização) – exatamente a que tem o maior peso no resultado final. Isso prova que, nas oito empresas que administra, o grupo persegue o ineditismo com tanto apetite quanto ambiciona a lucratividade. “No mercado, não há mais espaço para copiadores”, costuma dizer aos seus executivos Erino Tonon, diretor corporativo e de operações da Randon.

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Administrar o Tempo é Planejar a Vida

Geralmente quem escreve sobre administração do tempo não o faz porque seja especialista na questão, mas, sim, porque quer aprender mais sobre o assunto. Pelo menos foi esse o meu caso. Vou relatar aqui algumas de minhas descobertas, como roteiro para a leitura do quarto texto.

1) Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Provavelmente (numa sociedade complexa como a nossa), NUNCA vamos ter tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos fazer. Saber administrar o tempo é ter clareza cristalina sobre o que, para nós, é mais prioritário, dentre as várias coisas que precisamos e desejamos fazer - e tomar providências para que essas coisas mais prioritárias sejam feitas, sabendo que as outras provavelmente nunca vão ser feitas (mas tudo bem: elas não são prioritárias).

2) Dentre as coisas que vamos listar como prioritárias, algumas estarão ali porque nos são importantes, outras porque são urgentes. Imagino que algo que não é NEM importante NEM urgente não estará na lista de ninguém. E também sei que na lista de todo mundo haverá coisas que são IMPORTANTES E URGENTES. Não resta a menor dúvida de que estas coisas devem ser feitas imediatamente, ou, pelo menos, na primeira oportunidade. Poucas pessoas questionarão isso. O problema surge com coisas que consideramos importantes, mas não urgentes, e com coisas que são urgentes, mas às quais não damos muita importância.

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Defender ou preservar?

 A organização moderna seja para seus movimentos de ordem interna ou em relação as suas conquistas no mercado, precisa estar imbuída sempre de uma reflexão do preservar.

Na guerra, defender está relacionado com a ação contrária ao ataque. O que nos remete a pensar em movimentos como de proteger (a si ou outros), impedir, proibir ou mesmo vedar. Existe um pensar estratégico no defender. Mas é um pensar egóico, nos identifica com nossas funcionalidades, mas, no entanto, também nos traz uma sensação de separação, de sofrimento e alienação. Quer dizer, é uma postura que nos suscita sofrimento. Já quando estamos tratando do preservar vemos que este movimento não nos separa da idéia do ataque, o que se procura é evitar um confronto direto de força bruta com o adversário. Se pensarmos que o defender é uma seleção de escolha que nasce pela incapacidade (e o é: há um reconhecimento de que a outra parte está mais bem preparada para a vitória), já no preservar a mesma escolha está sendo empregada por uma capacidade (e o é: há um reconhecimento que nossa razão está mais bem preparada ou pode se preparar melhor para a vitória). Nas artes marciais podemos citar como caminho um dos caminhos para atingir a preservação o Tai Chi Chuan, por exemplo. Continue lendo ‘Defender ou preservar?’

Consultoria Empresarial - “Capacite-se”

Você já imaginou quem é você hoje como empresário, como empreendedor, você está capacitado, realmente, a dirigir o seu negócio? Você já pensou nisso? Dê uma “paradinha” quando puder, se tranque num quarto e responda a você mesmo: eu estou preparado para esse negocio? Porque, para ter sucesso, você precisa ser bom no que faz. Sonhe com isso. Seja o melhor. Você pode até não chegar lá, mas você tem que estar sempre sonhando, estar sempre motivado para ser o melhor. Motivado e entusiasmado, porque também um dono de um negócio que não tem entusiasmo no próprio negócio dele, então ele repassa aquilo para os funcionários e conseqüentemente, vai parar nos clientes. Então, recomendamos: capacite-se. Se você não se acha preparado, há tantas maneiras de se capacitar, agora, capacitar aqui, não quer dizer que você precisa fazer um MBA, um mestrado, ou mesmo uma faculdade. Para dirigir um pequeno e médio negócio, quantos grandes empresários que por aí estão, hoje não tem sequer um curso de nível médio completo? Então, não confunda capacitação com você ter que ter o segundo grau, uma faculdade, um MBA, nem pós-graduação, nem mestrado. Não é isso que eu me refiro, é capacitar-se como dirigente, como gestor da empresa. E como gestor, se capacite em tudo aquilo cujo foco seja o cliente, como já falamos aqui. Tire o foco do dinheiro e bote o foco no cliente que você vai ver seu negócio prosperar. No lugar de você ser ganancioso em querer ganhar muito dinheiro, você vai vendo o cliente chegar, justamente porque você não teve ganância. Ele vem porque você se dedicou a ele.

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Código de Ética

Art. 1º O exercício da profissão de Administrador implica em compromisso moral com o indivíduo, cliente, a organização e com a sociedade, impondo deveres e responsabilidades indelegáveis.


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