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Defender ou preservar?

 A organização moderna seja para seus movimentos de ordem interna ou em relação as suas conquistas no mercado, precisa estar imbuída sempre de uma reflexão do preservar.

Na guerra, defender está relacionado com a ação contrária ao ataque. O que nos remete a pensar em movimentos como de proteger (a si ou outros), impedir, proibir ou mesmo vedar. Existe um pensar estratégico no defender. Mas é um pensar egóico, nos identifica com nossas funcionalidades, mas, no entanto, também nos traz uma sensação de separação, de sofrimento e alienação. Quer dizer, é uma postura que nos suscita sofrimento. Já quando estamos tratando do preservar vemos que este movimento não nos separa da idéia do ataque, o que se procura é evitar um confronto direto de força bruta com o adversário. Se pensarmos que o defender é uma seleção de escolha que nasce pela incapacidade (e o é: há um reconhecimento de que a outra parte está mais bem preparada para a vitória), já no preservar a mesma escolha está sendo empregada por uma capacidade (e o é: há um reconhecimento que nossa razão está mais bem preparada ou pode se preparar melhor para a vitória). Nas artes marciais podemos citar como caminho um dos caminhos para atingir a preservação o Tai Chi Chuan, por exemplo. Continue lendo ‘Defender ou preservar?’

Idéias… Idéias e Idéias!

Em julho, saiu das fábricas da Randon Implementos o primeiro semi-reboque com a tecnologia ecoplate (painel ecológico, em português) produzido na América Latina. A maior parte das carretas no mercado é fabricada exclusivamente com madeiras nativas – já o modelo com “painel ecológico” utiliza material vindo de áreas reflorestadas, além de chapas de aço e PVC. O resultado é mais resistente e leve que o tradicional e, de quebra, ajuda a preservar o meio ambiente, pois consome um volume de madeira 40% menor.

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Empresas estupidamente congeladas…

Para quem não sabe o que é uma empresa estupidamente burocrática, é só imaginar a seguinte situação. Digamos que o mundo vai acabar daqui a duas semanas, no dia 13. Uma empresa burocratizada soltaria o seguinte comunicado. Para: todos os colaboradores. Assunto: fim do mundo. Prezados colaboradores. Como vem sendo amplamente divulgado, o mundo vai acabar no próximo dia 13. Por isso, pedimos a colaboração de todos, na observância das seguintes medidas. Primeiro. Por liberalidade da empresa, não haverá expediente no dia 13. Segundo. No dia 12, véspera da catástrofe, o expediente será encerrado uma hora mais cedo, para a dedetização trimestral de rotina de nossos escritórios. Terceiro. Todos os documentos pendentes devem ser empacotados e enviados ao arquivo morto. Piadas de mau gosto sobre o arquivo morto não serão toleradas pela Direção. Quarto. As carteirinhas do convênio médico devem ser devolvidas até o dia 12 ao senhor Acácio, no Setor de Registros. A não devolução implicará o cancelamento imediato das referidas carteirinhas. Quinto. Ficam proibidas as demonstrações de paranóia coletiva, como as registradas no dia de ontem, quando um grupo de funcionários começou a chorar copiosamente. Se esse fato vier a se repetir, a Direção suspenderá o intervalo para cafezinho. Sexto. A Direção concorda com o argumento de que tudo neste mundo será carbonizado, mas reserva-se o direito de manter a proibição ao tabagismo nas dependências da empresa. Sétimo. Finalmente, no caso de existir algum tipo de vida após a morte, todos os funcionários devem se apresentar no estado em que estiverem, sólido, líquido ou gasoso, para o expediente normal no dia 14. Quem faltar e não se justificar sofrerá as punições previstas no regulamento interno. Bom Juízo Final para todos. Atenciosamente, a Direção.


Código de Ética

Art. 1º O exercício da profissão de Administrador implica em compromisso moral com o indivíduo, cliente, a organização e com a sociedade, impondo deveres e responsabilidades indelegáveis.


Responsabilidade SócioAmbiental

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