A organização moderna seja para seus movimentos de ordem interna ou em relação as suas conquistas no mercado, precisa estar imbuída sempre de uma reflexão do preservar.
Na guerra, defender está relacionado com a ação contrária ao ataque. O que nos remete a pensar em movimentos como de proteger (a si ou outros), impedir, proibir ou mesmo vedar. Existe um pensar estratégico no defender. Mas é um pensar egóico, nos identifica com nossas funcionalidades, mas, no entanto, também nos traz uma sensação de separação, de sofrimento e alienação. Quer dizer, é uma postura que nos suscita sofrimento. Já quando estamos tratando do preservar vemos que este movimento não nos separa da idéia do ataque, o que se procura é evitar um confronto direto de força bruta com o adversário. Se pensarmos que o defender é uma seleção de escolha que nasce pela incapacidade (e o é: há um reconhecimento de que a outra parte está mais bem preparada para a vitória), já no preservar a mesma escolha está sendo empregada por uma capacidade (e o é: há um reconhecimento que nossa razão está mais bem preparada ou pode se preparar melhor para a vitória). Nas artes marciais podemos citar como caminho um dos caminhos para atingir a preservação o Tai Chi Chuan, por exemplo. Continue lendo ‘Defender ou preservar?’













