Textos categorizados 'carreira'

Criatividade!

Daniel Pink, autor de A Whole New Mind, lançou um novo livro em parceria com Rob Ten Pas no formato de mangá, as histórias em quadrinhos japonesas. Trata-se de um jeito diferente de lançar livro, usando vídeos pela Internet. Bem ao estilo “pensar com o lado direito do cérebro” que ele propõe em seu trabalho anterior.

LÍDER IDEAL É MITO, SEJA VOCÊ MESMO!

Essa é a proposta do consultor Rogério Martins. Após verificar diversos tipos de liderança, o psicólogo chega a conclusão que a melhor alternativa é que o gestor seja ele mesmo quando estiver exercendo a liderança. Ainda na opinião do consultor, o líder deve agir conforme os objetivo que deseja alcançar: se o subordinado é inexperiente, ele deve fazer o papel de um professor; se é treinado e experiente, apenas irá delegar tarefas e monitorar o desempenho. O importante é que ele se adapte à equipe e atinge os objetivos que a empresa espera (Fonte: Infomoney).

Concordo plenamente com a colocação do Rogério. Depois de tantos e tantos estudos sobre a liderança nos tempos modernos, quando foram formatadas dezenas de modelos de liderança, o tema acaba se perdendo e se distorcendo demais. Surgem modelos extremamente futuristas e ao mesmo tempo é feito o resgate de tipos retrógrados para os dias de hoje. Então, os que não têm a mínima aptidão para liderar passam a recorrer a eles, tornando-se adeptos desse ou daquele estilo. Dessa forma, quando se deparam com um ambiente que exige deles a mudança de um jeito de liderar para outro, acabam encontrando dificuldade.

O líder perfeito, reforçando a colocação do consultor, é aquele que consegue agregar valor tanto a equipe tanto a empresa. É o que faz as pessoas darem o melhor de si e ao mesmo tempo realiza os objetivos da organização. É aquele que faz as coisas acontecerem.

Se a pessoa assume a liderança de um determinado local de trabalho, consegue fazer desempenhar suas atividades e sai deixando mais boas lembranças que recordações ruins, pois ninguém é perfeito, então ela foi a gestora perfeita. 

Por: Gabriel Galvão

Você realmente deseja ser um gestor?

Muitos preferem não ter que desempenhar certos papéis destinados aos gestores: coach, motivador, influenciador, etc. Outros sim. O que é certo é que o papel do gestor traz a ele alguns privilégios, como deter poder, prestígio, de influenciar e, é claro, privilégios financeiros.

Há, no entanto, um grande grupo de executivos que demonstram um certo vazio em relação ao seu trabalho. Em parte, isso talvez ocorra porque muitos desses executivos percebam que não “nasceram” para essa função, que não têm a capacidade analítica exigida ou habilidade em lidar com pessoas. Esses profissionais hesitam quando precisam tomar decisões, não assumem uma postura de negócios quando precisam demitir pessoas ou simplesmente preferem gastar suas energias em criatividade em vez de fazer isso com tarefas gerenciais.

Algumas empresas estão dando oportunidade aos seus potenciais futuros gestores de identificar se o papel se encaixa em seus perfis, oferecendo atividades sobre o assunto. Nessas atividades, o candidato a gestor assume responsabilidades e desafios relacionados à função. Outras simplesmente abordam a questão, e ressaltam que ser gestor não é o único caminho para atingir o sucesso dentro da corporação.

De qualquer forma, as empresas também precisam pensar de forma criativa sobre como lidar com os profissionais que possuem, tudo indica, perfis para assumir o papel de gestor mas consideram a relação custo/benefício de assumí-la negativa. Muitas vezes esses executivos se sentem desconfortáveis em promover os objetivos da organização que não se assemelham aos seus valores pessoais. Ou então têm dificuldades em conciliar o desejo de se comunicar transparentemente aos seus subordinados com a forma que a situação exige. Muitos sofrem em ter que tomar decisões que atinjam negativamente um grande número de pessoas, como demissões em massa.

Quaisquer que sejam os motivos, cabe às empresas minimizar esse gap existente e viabilizar que potenciais gestores, existentes já em tão pequeno número, percebam, eles mesmos, e de forma correta, se o papel de gestor se adequada não apenas à sua competência técnica mas também às suas características e valores pessoais.

Fonte: Harvard Business Online – Março de 2008

Qual a importância do planejamento de carreira?

O futuro de uma pessoa pode ser determinado pelas escolhas que ela faz tanto na vida pessoal quanto profissional. No âmbito corporativo isso tem sido comprovado no dia-a-dia, pois se tornou comum os colaboradores direcionarem determinadas ações e investimentos para garantir a empregabilidade, afinal a competitividade no mercado é cada vez maior.

Nesse “meio de campo”, existe um recurso que quando bem estruturado pode se tornar um grande aliado de quem deseja superar obstáculos no trabalho e, no caso das organizações, para aquelas que desejam reter seus talentos: o planejamento de carreira.

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Gestão de Paradoxos

Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer. Devia ter arriscado mais, até errado mais, ter feito o que eu queria fazer… Devia ter complicado menos, trabalhado menos ter visto o sol se pôr… (Epitáfio – Titãs - Composição: Sérgio Britto).

Um recente estudo desenvolvido pela psicóloga Betania Tanure, professora associda da Fundação Dom Cabral e mestre convidada da Insead (França) e da London Business School, aponta: 84% dos executivos são infelizes no trabalho.

A pesquisa foi realizada com mais de mil executivos de aproximadamente 350 empresas no Brasil, e revela ainda que embora sejam bons administradores nos negócios, os executivos brasileiros são péssimos administradores de suas próprias vidas.

A pesquisa apontou ainda outros dados incrivelmente preocupantes: 58% dos executivos estão descontentes com seu ritmo excessivo de trabalho e 54% estão insatisfeitos com o tempo dedicado à vida pessoal.
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Administrar o Tempo é Planejar a Vida

Geralmente quem escreve sobre administração do tempo não o faz porque seja especialista na questão, mas, sim, porque quer aprender mais sobre o assunto. Pelo menos foi esse o meu caso. Vou relatar aqui algumas de minhas descobertas, como roteiro para a leitura do quarto texto.

1) Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Provavelmente (numa sociedade complexa como a nossa), NUNCA vamos ter tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos fazer. Saber administrar o tempo é ter clareza cristalina sobre o que, para nós, é mais prioritário, dentre as várias coisas que precisamos e desejamos fazer - e tomar providências para que essas coisas mais prioritárias sejam feitas, sabendo que as outras provavelmente nunca vão ser feitas (mas tudo bem: elas não são prioritárias).

2) Dentre as coisas que vamos listar como prioritárias, algumas estarão ali porque nos são importantes, outras porque são urgentes. Imagino que algo que não é NEM importante NEM urgente não estará na lista de ninguém. E também sei que na lista de todo mundo haverá coisas que são IMPORTANTES E URGENTES. Não resta a menor dúvida de que estas coisas devem ser feitas imediatamente, ou, pelo menos, na primeira oportunidade. Poucas pessoas questionarão isso. O problema surge com coisas que consideramos importantes, mas não urgentes, e com coisas que são urgentes, mas às quais não damos muita importância.

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Código de Ética

Art. 1º O exercício da profissão de Administrador implica em compromisso moral com o indivíduo, cliente, a organização e com a sociedade, impondo deveres e responsabilidades indelegáveis.


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