Textos categorizados 'economia e finanças'

O HOMEM E O TEMPO

A percepção que tenho é que estas fases tem marcos claros e importantes na fundamentação da educação financeira de uma pessoa e, por isso, pular alguma destas fases pode trazer distúrbios irrecuperáveis. No entanto, conheço pessoas que passaram por elas não necessariamente na ordem como estão desenhadas abaixo e isso trouxe os mesmos benefícios, porém com um caminho um tanto mais árduo. Este modelo é um primeiro rascunho que pretendemos evoluir para deixá-lo o mais próximo possível da realidade. Assim, esperamos as suas opiniões e sugestões para participar da evolução desta discussão!

Bem, tudo começa na…

Infância

A criança tem muito pouco contato com o dinheiro. Geralmente, após seis ou sete anos, só tem em mãos o dinheiro do lanche da escola, ou uma pequena mesada. Entende que o dinheiro serve pra comprar coisas, e só. Também não sabe como ou quanto o dinheiro chega à sua casa. Não tem necessidade de comprar absolutamente nada. Sente desejo por possuir brinquedos ou coisas que o chamem a atenção. Mas certamente não tem noção de valor ou preço destas coisas. Por isso, tudo aqui é decidido pelos seus pais.

Quando a criança já sente necessidade de comprar coisas para si, já está entrando na…
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Ressaca financeira do final de ano

Apesar de todas as pessoas, no mundo, desejarem de um Ano Novo cheio de abastança e prosperidade, a “ressaca” do fim de ano pode ser muito tenebrosa. Isso pode ser observado, principalmente, na hora de verificar os gastos e saldar as dívidas.
Talvez pela euforia que traz as festividades de fim de ano ou por culpa do décimo terceiro salário, percebido pela grande maioria dos trabalhadores, ou ainda pela necessidade da troca de presentes que dá o ultimo toque neste momento de interação humana, que advenha os maiores problemas para o orçamento. As pessoas simplesmente não conseguem conciliar, de forma racional, este rio de desejos que foram incorporados ao cotidiano.

Para viver em uma sociedade altamente consumista e de desejos insaciáveis, as pessoas são impelidas a obter sempre mais produtos, acreditando piamente na premissa que afirma que “quanto mais, melhor”. Como se isso não bastasse, a sociedade de consumo resolveu deixar as pessoas mais engajadas no ato de consumir. As pessoas deixaram de existir. No mercado, todos somos meros consumidores e somos obrigados a aceitar esta “verdade” com passividade.

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Código de Ética

Art. 1º O exercício da profissão de Administrador implica em compromisso moral com o indivíduo, cliente, a organização e com a sociedade, impondo deveres e responsabilidades indelegáveis.


Responsabilidade SócioAmbiental

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