Um dos efeitos da globalização no dia-a-dia das empresas é o redirecionamento da busca de diferenciais competitivos para os seus negócios a partir de parcerias com outras organizações. O conceito de investidor institucional também está muito em moda, com grandes volumes de capital migrando da simples especulação nas bolsas de valores para a co-gestão dos negócios através do Conselho de Administração da Empresas e de cargos na gestão direta.
A importância da velocidade e precisão das informações fez crescer consideravelmente tecnologias como Internet e Telecomunicações, tornando o mundo uma aldeia global. Com o avanço da ciência moderna, o fantasma do desemprego cresce em um cenário onde a capacidade de continuar trabalhando já beira os 70 anos de idade, pois, graças à tecnologia, o ser humano cada vez é mais valorizado pelo cérebro, e não pela força física.
Neste contexto, torna-se fundamental a auto-administração das carreiras pelos próprios profissionais, uma vez que nenhuma empresa pode ser responsabilizada ou antever o futuro da empregabilidade, dos talentos do artesão que está trabalhando em seu quadro funcional, segundo os interesses do negócio.
Assim com a responsabilidade de auto-avaliar sua carreira, o profissional deveria se disciplinar a olhar para o mercado de trabalho, assumindo a postura de estar vendendo um produto, a sua competência.
Eis algumas perguntas que poderão lhe ajudar a avaliar se você está auto-administrando o seu futuro:











