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Business Design Intelligence (Inteligência de Desenho de Negócios)

Por José Carlos Cavalcanti

No mundo dos profissionais das Tecnologias de Informação a mera menção do termo BI (Business Intelligence em inglês, ou Inteligência de Negócios em português), remete-nos a um universo amplo e sofisticado de processos de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão de negócios.

Segundo o Wikipedia, a Inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo da multinacional Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve as habilidades das corporações para acessar dados e explorar as informações (normalmente contidas em um Data Warehouse/Data Mart), analisando-as e desenvolvendo percepções e entendimentos a seu respeito, o que as permite incrementar e tornar mais pautada em informações a tomada de decisão.

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Gestão de Negócios

Você já notou, não sei se é a cultura Latina, a cultura Brasileira, ou a cultura Nordestina, que nós não somos rápidos e nossas empresas também não são tão rápidas. As decisões são lentas, envolvem muitas pessoas, tem que subir e descer para se tomar decisões. O que eu quero alertar, hoje, em minha mensagem “é que você ande rápido”.
As transformações estão ocorrendo com uma velocidade fantástica. Se você não “correr” na mesma proporção, não acompanhar seus concorrentes, você vai ficar para trás e, em pouco tempo, pode até fechar.

É exatamente sobre isso que venho recomendar: faça uma análise da velocidade da sua empresa, com que velocidade ela toma decisões, como é que ela está andando a cada mês, a cada ano, ela realmente está avançando, está se renovando? Viaje, saia da sua cidade, vá para cidades maiores, se você puder, vá para o exterior ver o que está acontecendo.

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Criatividade que compensa.

Em julho, saiu das fábricas da Randon Implementos o primeiro semi-reboque com a tecnologia ecoplate (painel ecológico, em português) produzido na América Latina. A maior parte das carretas no mercado é fabricada exclusivamente com madeiras nativas – já o modelo com “painel ecológico” utiliza material vindo de áreas reflorestadas, além de chapas de aço e PVC. O resultado é mais resistente e leve que o tradicional e, de quebra, ajuda a preservar o meio ambiente, pois consome um volume de madeira 40% menor. A invenção é resultado de cinco anos de intenso trabalho de engenheiros e pesquisadores nos laboratórios da Randon. Para elaborá-la, foram gastos mais de US$ 2 milhões. “O painel ecológico deve nos trazer uma importante vantagem competitiva”, acredita Celso Santa Catarina, diretor industrial da Randon Implementos. Além da tecnologia ecoplate, os novos semi-reboques da Randon contam com outras inovações, como a pintura e-coat, resistente à corrosão, e um sistema diferenciado de vedação na carga, que reduz a perda de grãos ao longo das viagens. Tudo isso desenvolvido nas próprias instalações da companhia, na Serra Gaúcha.

São iniciativas como essas que garantem ao Grupo Randon o 1º lugar no ranking Campeãs da Inovação – desenvolvido por AMANHÃ em conjunto com a Edusys, consultoria de São Paulo que representa, no Brasil, os métodos de Edward de Bono, referência mundial em criatividade e inovação. Na primeira versão do ranking, realizada em 2004, o único critério avaliado foi o número de patentes depositadas pelas companhias junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Em sua segunda edição, o levantamento foi mais longe. Avaliou, entre outros aspectos, as medidas tomadas no âmbito de cada empresa para estimular o surgimento de novas idéias entre seus funcionários – e os processos adotados para transformar a inventividade em lucros. Para isso, as empresas do Sul foram sabatinadas em seis “dimensões” da inovação. “Com isso, examinamos cada etapa do processo de inovação dentro das empresas”, explica Mauro Anderlini, diretor da Edusys.

O que garantiu o 1º lugar à Randon foi o bom desempenho em todas essas etapas. “Não há parte da avaliação na qual a Randon não figure entre as dez melhores empresas”, verifica Anderlini. Além disso, o grupo de implementos rodoviários de Caxias do Sul (RS) foi o primeiro colocado na 6ª dimensão (Resultados da Inovação na Organização) – exatamente a que tem o maior peso no resultado final. Isso prova que, nas oito empresas que administra, o grupo persegue o ineditismo com tanto apetite quanto ambiciona a lucratividade. “No mercado, não há mais espaço para copiadores”, costuma dizer aos seus executivos Erino Tonon, diretor corporativo e de operações da Randon.

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Sebrae ingressa no Second Life

Ambiente virtual e tridimensional que simula, em alguns aspectos, a vida social do ser humano, o Second Life deixou de ser apenas um jogo e instrumento de lazer e tornou-se uma nova concepção de rede social, um campo vasto para a presença de empresas e instituições. No mundo do Second Life, há a possibilidade de fazer negócios, gerar empregos e promover a educação, entre outras tantas.

Pensando nos caminhos sinalizados por este novo conceito e dentro do projeto do Sebrae do Futuro, a Instituição abriu um ponto de atendimento no Second Life, como parte das comemorações de seus 35 anos de atividades.

Da mesma forma que apostou na educação a distância no passado, hoje uma importante realidade para disseminação do empreendedorismo, o Sebrae acredita que estar presente em algo que se inicia como o Second Life nos permitirá uma atuação de vanguarda. Queremos investir no caráter de educação deste canal“, diz Enio Pinto, gerente de Atendimento Individual do Sebrae Nacional.

Nossa intenção, inicialmente, é começar a atender, exibir vídeos, mostrar nossos produtos e serviços e encaminhar as pessoas para o site do Sebrae“, explica Márcia Matos, uma das responsáveis pela implantação do projeto. Uma das finalidades do Sebrae é adquirir experiência no Second Life, para que futuramente possa criar a Ilha do Empreendedor, um espaço ainda maior para divulgação e promoção do empreendedorismo neste canal como instrumento para desenvolvimento social e econômico.

A Instituição também pretende utilizar o espaço virtual para cursos, palestras, simulações de empresas e feiras com um foco forte na educação. “O Second Life é uma nova plataforma, que oferece enorme interatividade e chance de troca de informações“, opina Márcia Matos. Para ela, a experiência que o Sebrae desenvolve com o Second Life abrirá caminhos para que a Instituição se prepare ainda mais para o aproveitamento das novas linguagens que estão surgindo na internet.

Fonte:. Agência Sebrae


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